Estética Íntima

Estética Íntima

Em primeiro lugar, não há genitália perfeita, ok? Cada mulher tem suas características particulares. É bom ressaltar esse fato para que ninguém invente defeitos onde não tem.
Porém, nos últimos anos, houve um grande aumento nas queixas femininas em relação à estética dessa região. Dito isto, saiba: existe um mundo de tratamentos para a área íntima.
Muito pode mudar: a vulva envelhece, perde o volume, os pelos ficam brancos e o canal vaginal se torna maior em mulheres que passaram por um parto, por exemplo. Com isso, o mercado estético desenvolveu diversas técnicas. Elas se dividem em cuidados para a vagina (região interna) e para a vulva (região externa).  E a gente explica como funciona cada um deles!
 

Clareamento Vaginal

A queixa: Muitas mulheres reclamam do escurecimento da virilha, lábios e região perianal. Cientificamente, é chamado de hipercromia, que pode ser causado por envelhecimento natural, gravidez, infeções e até uso de roupas muito apertadas.

A técnica: Pode ser feito com cremes, peelings químicos e a laser, dependendo da tonalidade da pele e do grau de escurecimento local. O mais comum delas é o peeling químico, que usa uma associação entre os ácidos retinóico, mandélico e glicólico para promover uma renovação da pele. Ou seja, as células velhas vão embora e as novas são estimuladas a surgir. O resultado pretendido é tornar a região com a pele mais hidratada e cor homogênea.

Rejuvenescimento Íntimo

A queixa: Com o tempo, a genitália perde volume e ganham flacidez na área externa (os grandes e pequenos lábios).

A técnica: A mais indicada é a radiofrequência, uma solução que funciona através do calor, que promove modificações na estrutura celular. A radiofrequência estira as células e estimula a produção de colágeno local, o que permite uma pele mais firme e túrgida, com uma aparência mais rejuvenescida dos lábios vaginais.

Veja mais:

Laser ou Lifting Genital

A queixa: Flacidez nas paredes vaginais e nos lábios, ressecamento vaginal, alargamento da vagina e incontinência urinária.

A técnica: Trata-se de um rejuvenescimento da área interna feita por meio de lasers, como o laser de érbio não ablativo. Através do calor, ele causa microlesões. Com a cicatrização destas microlesões, a parede da mucosa vaginal modifica-se, diminuindo o diâmetro vaginal externo e interno. O laser é aplicado dentro da mucosa vaginal com uma ponteira específica. Promove o crescimento do tecido da região com aumento da vascularização e consequente produção de colágeno.

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